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Soberania de Deus

20/04/2017

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28/05/2017
Os sinais da verdadeira espiritualidade
Por: ICPM

Texto básico (I Cor. 2.1-16). Texto central: “Mas o que é espiritual discerne bem tudo e ele de ninguém é discernido” (v.15).


Introdução: Em 2ª Coríntios 13.5, o apóstolo Paulo orienta os crentes daquela igreja a examinarem-se a si mesmos se permaneciam na fé, provando para eles mesmos se Jesus Cristo estava neles. As Escrituras exortam a esse autoexame! Mas, quais são as marcas e sinais confiáveis da espiritualidade verdadeira? Hoje veremos os sinais que, embora possam ser vistos nos crentes, contudo, não são confiáveis de espiritualidade. Veja, pois o que parece ser, mas que pode não ser sinal de espiritualidade:

 

1º - A intensidade de emoções espirituais não é sinal da graça salvadora: Os cristãos da Galácia tinham afeições religiosas muito intensas, mas estavam contaminados pela heresia da salvação pelas obras (Gl 4.15). Paulo os advertiu dizendo que eles estavam passando do Evangelho de Cristo para outro evangelho: “Maravilho-me de que tão depressa passásseis Daquele que chamou a graça de Cristo para outro evangelho. Mas inda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” (Gl 2.6,8). Paulo disse mais: “Ó insensatos gálatas quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade...? Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?” (Gl 3.1,2).

 

2º - Falar muito sobre Deus e religião não é sinal de espiritualidade verdadeira: Paulo disse que o reino de Deus não consiste em palavras, mas em virtude (I Cor 4.20). Pedro fala de falsos mestres religiosos, chamando-os de “fontes sem água, nuvens levada pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva. Porque falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com as concupiscências da carne, e com dissoluções, aqueles que se estavam afastando dos que andam em erros” (2ª Pe 2.17,18). Thomas Shepard (1605-1649), dizia: “A trombeta do fariseu é ouvida por toda a cidade, enquanto a simplicidade (o verdadeiro cristão) anda pelas ruas sem ser notada”.

 

3º - Louvor a Deus emocionado também não é sinal de verdadeira espiritualidade: A multidão ia adiante de Jesus entrando em Jerusalém aclamando e dizendo: Hosana ao Filho de Davi, bendito o que vem em nome do Senhor - Hosana nas alturas. E toda a cidade se alvoroçou” (Mt 21.9,10). A multidão gosta de festa, de badalação, de show, espetáculo, de ser filmado e aparecer na foto. Nesse embalo, vai para aonde o vento assopra. Hoje se tornou moda à chamada marcha para vários tipos de apresentações e protestos e, nessas manifestações, já se faz a chamada “marcha pra Jesus”. Será que tem sido mesmo pra Jesus? Esse “tipo de multidão” que aclamava Jesus pelos seus feitos é o “mesmo” que pediu a Pilatos para crucificar o Senhor. O louvor hipócrita é problema na igreja, especialmente quando está na moda ser cristão.

 

4º - Dedicação demorada de atividades religiosa, como ativismo religioso não é sinal de espiritualidade verdadeira: Ativismo é a doutrina que privilegia a ação em detrimento da especulação. Havia muito desses ativistas no culto hebraico e também há nas igrejas atuais. Tem aparência de espiritualidade, mas é somente interesse próprio, reivindicação pelo que faz, justificando-se a si mesmo, como se tivesse mérito diante de Deus (Lc 18.9-12). O Senhor condena o culto ativista, ou seja, de especulação. Nos dias de Isaias, o povo reivindicava dizendo: “Por que jejuamos nós e tu não atentas para isto? Por que afligimos as nossas almas e tu o não sabes?” (Is 58.3). A resposta de Deus: “Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento e requereis todo o vosso trabalho” (Is 58.3). O ativista tem aparência de espiritualidade, mas não é do povo de Deus, embora diga fazer a obra de Deus. Desses está escrito: “Eles vem a ti, como o povo costuma vir, e se assentam diante de ti como meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois, com a boca professam muito amor, mas os corações só ambicionam lucro” (Ez 33.31 versão Atualizada). Certo ativista religioso dos nossos dias, disse que Deus é obrigado a atender os dizimistas fiéis. Jesus disse que muitos viriam dizendo ter profetizado, expelido demônios e feito muitos milagres em seu nome: (Mt 7.21,22). Entretanto, Jesus disse que lhes dirá explicitamente, em sua vinda: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade” (Mt.7.23).

 

Concluindo: É bem verdade que cristãos genuínos podem ter esses sinais, acima citados, mas, confiar apenas neles, como sinal seguro de uma verdadeira espiritualidade, é uma loucura. Precisamos de um fundamento mais sólido. Devemos ter muito cuidado com tipos de cultos chamados de cultos a Deus que, até parece ser, mas que não são. Como saber se o culto é de fato a Deus? A Bíblia diz que o homem espiritual discerne bem tudo, porque tem a mente de Cristo (I Cor 2.15,16). Jesus disse: “Mas a sabedoria é justificada por seus filhos” (Mt.11.19).

 

Para debater em classe:

Conforme 2ª Coríntios 13.5, cada crente deve fazer autoexame de si mesmo, com objetivo de provar para si mesmo o quê?

O que é ativismo?

Como você entende e explica o culto dentro da perspectiva do ativismo religioso?

 

 










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