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A oração que Deus responde
Por: ICPM

(Lucas 23.39-43) A oração é que como se fosse uma ferramenta onde é preciso saber utilizá-la. Jesus é o Mestre divino que possui a ciência para ensinar a orar, e o divino Espírito Santo é quem nos ajuda a orar como convém (Luc 11:1; Rom 8:26).

A oração correta é a única que Deus responde! O manual de ensino são as Escrituras Sagradas (Sal 119:105). Alguém disse que orar é falar com Deus em o nome de Jesus e pronto. Mas não é apenas assim! A bíblia diz: “Pelo que, quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço...” (Is 1:15). O estudo bíblico, sob a iluminação do Espírito Santo, é o único meio de se aprender o modo correto da oração. Tomando por base o texto de Lucas 23:39-43, entendemos que na oração correta o crente sobe, por assim dizer, os três degraus da oração, que Jesus ensinou e que é aplicada nos crentes pelo Espírito Santo:

1º - Degrau da contrição: Todas as pessoas que receberam a Cristo como Salvador de suas almas foram convencidas pelo o Espírito Santo a recebê-lo. Para isso, o Espírito Santo as convenceu de seus pecados e que, por conta deles, estavam perdidos (Jo 16:7-15). Alguém só pode ser convertido a Cristo, se convencido pelo o Espírito Santo de que é pecador, que o seu pecado ofende a Deus e que em função do seu pecado está condenado à morte eterna (Luc 13:1-5; Rom3:23; 5:12).

Mesmo salvo e quanto mais se aproxima de Deus, mais claro fica ainda na vida do crente que ele é pecador. Na oração correta, a primeira coisa lembrada pelo Espírito Santo é que o crente é um pecador culpado, porém, salvo em Cristo. A contrição não é uma liturgia, mas aparece na liturgia do culto quando a pessoa salva por Jesus Cristo é movida à oração. Na contrição o crente reconhece que é pecador e que seu pecado ofende a Deus a quem ele ama. Por isso, o crente se dirige a Deus rogando-lhe o seu perdão. O malfeitor salvo por Cristo na cruz dizia: “... nós na verdade, com justiça, recebemos o que os nossos feitos mereciam...” (v.40). Este é o primeiro degrau da oração que todos os santos sobem.

 2º - Degrau da confissão: Convencido, pois, de que é pecador (por mais justo que possa parecer aos seus olhos e aos olhos dos outros), o Espírito Santo o faz sentir culpado de seu pecado. Abraão, Isaque, Jacó, Jó, Moisés, Davi e Daniel, foram exemplos de pessoas salvas por Deus, que fizeram contrição de seus pecados. A contrição ocorre no íntimo do crente, no interior de sua alma, e se revela pela a confissão do seu pecado. Davi, por exemplo, em amargura de espírito dizia: “... eu conheço as minhas transgressões e o meu pecado está sempre diante de mim” (Sal 51:3). Davi fazia esta confissão não para ser salvo, mas porque era salvo.

O mais fiel servo de Cristo foi João. Não deve ter havido ninguém que ficasse tão perto de Jesus quanto ele, mas escreveu: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso e a sua palavra não está em nós” (I Jo 1:8-10). Observem que João foi um dos discípulos que mais se aproximaram de Jesus. Seu testemunho de cristão, aos olhos humanos, era impecável, contudo, João sabia muito bem que era pecador e fazia a confissão de seus pecados (I Jo 2:1,2). O malfeitor salvo por Cristo na cruz perguntava ao outro que blasfemava: “Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? (v.40). Isto era uma forma de sua confissão pelo reconhecimento, não apenas da justiça humana, mas da justiça divina por conta dos seus pecados. O reconhecimento e a confissão do pecado feita pelos crentes são o segundo degrau da oração que todos os santos sobem.

3º - Degrau da oração é a adoração: A contrição e a confissão de alguém feita ao Senhor revelam o verdadeiro adorador que Deus procura (Jo 4:23,24). Quem leva a pessoa à contrição e confissão é o Espírito de Deus. Deus é Espírito. Isto significa contato entre o divino e o humano. Com isso, queremos dizer que na contrição e confissão se dá o conhecimento de Deus.

Mas, o que é a adoração? Adoração é o ato que prova o conhecimento de quem é Deus. Define-se adoração como o reconhecimento do que Deus é. O crente não adora deuses desconhecidos, mas sim, a Deus que é Cristo, o que se revelou a ele (Mat 11:27). Está escrito: “Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em me conhecer e saber que Eu sou o Senhor...” (Jer: 9.24).

Adorar é conhecer a Deus, pois assim diz o Senhor: “E dar-lhe-ei coração para que me conheçam, porque se converterão a mim de todo o seu coração” (Jer 24:7). O malfeitor salvo na cruz quando disse a Jesus: “Senhor, lembra-te de mim...” (v.42) estava reconhecendo ali que Jesus não era outro, exceto o próprio Deus e isto é adoração! A adoração é o terceiro degrau da oração. Como disse o salmista: “Sabei que o Senhor é Deus: foi Ele, e não nós que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto” (Sal 100:3). Esse reconhecimento chama-se adoração, o terceiro degrau da oração que todos os santos sobem.

Conclusão: Da contrição vem a confissão e na confissão revela-se a adoração que é o conhecimento de Deus que se revelou a alguém. Assim o crente fica entre a terra e o céu, quando este faz a oração correta e Deus responde. Na cruz, o malfeitor salvo teve sua contrição e fez sua confissão ao reconhecer que Jesus, crucificado ao lado dele, não se tratava de um simples homem, mas do próprio Deus encarnado, e nisto estava a sua adoração quando chamou Jesus de Senhor. Naquele momento, teve a resposta de Jesus a sua oração. Não de salvá-lo da cruz, mas de salvá-lo na cruz. Não de oferecer-lhe o mundo, mas de oferecer-lhe o céu, infinitamente maior e melhor. Ao responder a sua oração de contrição, confissão e adoração, Jesus fez a promessa de levá-lo pessoalmente com Ele para o seu Paraíso (v.43).  Aprendemos que a oração correta que Deus responde é a ensinada pelo Senhor Jesus e aplicada nos crentes pelo Espírito Santo (Luc 11.1; Rom 8:26-28). A oração de contrição, confissão e adoração revelam a comunhão do crente com Jesus, a fé da salvação que capacita o crente saber que recebeu de Jesus o direito do céu, mediante o seu perdão. Ele disse, por exemplo, à mulher pecadora que se ajoelhava, regava-lhe seus pés com as lágrimas e os enxugava com os seus cabelos, num gesto de contrição, confissão e adoração: “Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados... e disse a mulher: A tua fé te salvou, vai-te em paz.” (Luc 7:47,50).










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